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E aí gente? Como passaram desde o último REK Indica (musical)? Ouviram bastante Bastille? Espero que, sim! Hoje nós vamos falar de We Are The In Crowd. Vem comigo!

Sim, você leu direito! Nada de uma banda, cantor, série ou livro, (mas Helena, você nunca indicou uma série ou livro. Eu seeei, mas o REK Indica pode indicar isso também!) hoje eu vou falar de autores brasileiros.


Faz uns dias em que a primeira coisa que penso quando estou ouvindo algo que não muita gente conhece, na verdade tudo que penso é fazer um REK Indica, na última semana foram dois, você provavelmente não sabe disso porque tento me controlar e não postar um atrás do outro.
Haymitch interpretado por Wooday Harrelson
aparece nos três livros/filmes como tutor de Katniss e Peeta. Foi o único vencedor vivo dos jogos do distrito 13.


















Haymitch aparece em varias cenas bêbado, com uma personalidade forte, ele é mau-humorado e duro,
Quando está sóbrio ela é uma pessoa antipática e sarcástica.




Deus abençoe o dia em que por um vídeo do Instagram, eu pude descobri  o Hozier,dono de uma voz incrível e músicas que não me canso de ouvir. E que eu tenho certeza que você também não vai querer parar de escutar, quando eu acabar esse REK Indica.

Durante a minha pesquisa para trazer os dados técnicos para cá, aos invés de somente meus surtos, eu descobri que quase não há informações sobre ele, hás poucas que há, não são em português. Eu não me admirei e isso não me desanimou, embora my english is very bad. Então, eu olhei para essa foto linda que eu coloquei de inicio de post, *pausa para você poder conferi-la melhor* e fui atrás de conteúdo.

Andrew Hozier-Byrne, nome foda para uma pessoa foda, é irlandes e tem 24 anos,  tem dois EP lançados em um CD, que foi lançado mundialmente e outubro de 2014, o CD intitulado Hozier, trás em sua lista a música que conquistou meu coração e me apresentou ao trabalho do cantor. 

Work Song~~ que começou a tocar aqui agora~~~

Por favor esteja preparado para um momento único em sua vida de apreciador de músicas. Agora dê play. 


O CD Hozier conta com 17 faixas, sendo quatro delas, delux bonus.

  1.  Take Me To Church
  2. Angel Of Small Death & The Codeine Scene
  3. Jackie and Wilson PLAY
  4. Someone New
  5. To Be Alone
  6. From Eden
  7. In a Week (feat. Karen Cowley)
  8. Sedated
  9. Work Song
  10. Like Real People Do
  11. It Will Come Back
  12. Foreigner's God
  13. Cherry Wine
  14. In the Woods Somewhere (Deluxe Bonus)
  15. Run (Deluxe Bonus)
  16. Arsonist's Lullaby (Deluxe Bonus)
  17. My Love Will Never Die (Deluxe Bonus)

Montei a playlist, para você não ter desculpa para não ouvir esse CD: Hozier

A primeira faixa do disco, Take Me To Church, já esteve no EP que levou seu nome, o primeiro do cantor. A canção concorre ao Gremmy, na categoria de música do ano.



Sabe onde o Hozier derrubou forninhos recentemente? Na trilha sonora da série The Originals, e foi  muito show, (SPOILER AQUI CUIDADO) Hayley atacando a bruxa má, salvando Elijah, pegação, enfim ficando juntos..... e aí era um sonho (FIM DO SPOILER) De qualquer maneira, eu fiquei no chão, quem em segue no twitter viu minhas reações em primeira mão e em caps. A música foi essa aqui: 


Como se a voz e a música dele já não nos fizesse cair apaixonados o site oficial é uma arte a parte, Tem até uma categoria com FanArts.Confira algumas: 
nathalie-thevenet
Por: Nathalie Thevenet

jesswinlow
Por: Jess Winlow
stefaniethiele
 Por: Stefanie Thiele
Você pode conferir outras aqui, direto na galeria, enquanto aproveita a voz dele!


     Olá tributos, curtiram a série de biografias passada???? Bom agora vou dar inicio a mais uma temporada de bios, Jogos Vorazes, espero que gostem. Perdão pelo atraso da bio (tive uns problemas com a net)


Johanna Mason, Distrito 7, aparece no segundo filme da série "Jogos Vorazes".
 Do distrito 7, Johanna participa do Terceiro campeonato quartenario.
Interpretada por Jena Malone.
Nos livros Johana é descrita como o cabelo curto ( em chamas) e olhos grandes e castanhos. Em a esperança tem os cabelos raspados.












Em "Em chamas" ela participa do plano de Haymitch, e se une a ela nos jogos. Ela ajuda no plano de Beetee para eletrocutar alguns tributos, mas a arena é destruída, depois foi capturada pela capital, juntamente com o Peeta.


Em "Esperança" ela é resgatada pelo distrito 13,
Johanna é treinada para lutar na rebelião.
Ela desenvolveu um medo de água pelas torturas que sofria na capital, Katniss a ajuda.
No final supostamente ela volta pra sua casa no 7











AVISO, CONTÉM SPOILER !!!!!!!!!!!


Jon Snow, filho bastardo de Lord Eddard Stark, Senhor de Winterfell, a identidade de sua mãe é desconhecida. Seus meio-irmãos: Robb, Sansa, Bran e Arya.
Seu Lobo Fantasma.

Jon e  Fantasma


Jon vivia com sua família em Winterfell, depois ele resolve vestir o negro e ajudar a defender os sete reinos das criaturas prá-lá-da-muralha. Na Muralha, Jon faz alumas amizades, como o medroso Sam Tarlly.



Jon sempre foi um garoto astuto e corajoso, se torna ajudante do Comandante da Patrulha da noite, e sai em uma jornada pelas terras frias para descobrirem o que os selvagens estão aprontando e investigar o desaparecimento de Benjen Stark.


Famosa frase dita por Ygritte a Jon.
Depois de uma patrulha, Jon é capturado pelos selvagens, e para ficar vivo ele se junto a eles.
E para mostrar que não é mais um corvo da Patrulha da noite, ele se "apaixona" por uma selvagem, chamada Ygritte...





Ygritte "atiradinha"
Bom essa foi a ultimas das bios sobre Game of Thrones. Depois de vários pedidos da Helena finalizei com a do Jon para representar os bastardos...

* Helena invade ~~música do 0007~~*
VAMOS LUTAR PELAS MINORIASSS!!!1!! se elas tiverem gostosos melhor ainda. 
E reparem na cara do Jon nesse gif acima, estou morta!
*Fim da invasão*

Aguardem até sexta e descubram qual vai ser a próxima série de Bios, uma dica, são 3 livros/filmes.

Lorde Robert Baratheon, primeiro de seu nome, filho de Lorde Steffon Baratheon, e Senhora Cassandra Estermont (mortos depois de um naufrágio próximo a ponta tempestade) . Seus irmãos Renly Baratheon e Stannis Baratheon.

Robert foi nomeado senhor de Ponta Tempestade depois da morte de seus pais.
Robert se apaixona pele irmã de Eddard Stark, Lianna Stark, que foi prometida a casamento pelo seu pai, Lorde Steffon Baratheon.



Por alguns motivos Lianna foi sequestrada pelo principe Rhaegar Targaryen. Depois disso desencadeou uma serie de acontecimentos que gerou a Rebelião de Robert.





Principe Rheagar Targaryen e Robert Baratheon na rebelião

Depois da poeira abaixar, Robert  assume o trono de ferro. Lianna é morta. E Robert se casa com Cercei Lannister.
Apesar de ser o Usurpador, Robert era um dos maiores mulherengos de Westeros, tinha muitos bastardos, e teve três filhos. Adorava um torneio e beber, sua Rainha nunca teve um sentimento de amor por ele, ela o odiava pelas suas atitudes, deixava tudo por conta da Mão do Rei






A maior biblioteca monástica do mundo a Admont Abbey na Áustria foi o palco para um ensaio fotógrafo inspirado em A Bela e a Fera.

O fotografo Benjamin Von Wong aproveitou-se do hall construído em 1776 com setenta mil (70.00 mil, socorro) livros para ser o local de seu ensaio tão grandioso quanto o lugar.
Captura de Tela 2015-01-05 às 14.15.33

ATENÇÃO CARO LEITOR PODE CONTER SPOILER!!!!!!!!!



Daenerys Targaryen, a primeira do seu nome, khaleesi dos Dothraki, dita DAENERYS FILHA DA TORMENTA,  a NÃO QUEIMADA, MÃE DE DRAGÕES, única herdeira sobrevivente de Aerys II Targaryen, e viúva de Khal Drogo dos Dothraki.
Seus dragões (em crescimento): DROGON, VISERION, RHAEGAL

Daenerys, ou Dany, e seu irmão Viserys, foram os únicos Targaryens sobreviventes depois que Robert Baratheon tomou o trono de ferro, ficando refugiados em Pentos. A vontade de seu irmão era reunir tropas, invadir Westeros e tomar a coroa, que era sua por direito.

Viserys  faz com que Dany se case com Khal Drogo, dos Dothraki. Com isso ele ganharia o apoio de Drogo com toda a sua tropa.
Mas no decorrer da trama Viserys é morto por Drogo, que também morre.

Depois de todos esses acontecimentos Dany toma a vontade do irmão e começa a reunir forças para tomar o trono de ferro.



DROGON E DAENERYS
Apesar de ser muito jovem, Dany tem a personalidade forte, ela tem o sangue do dragão, ela herdou o dom natural dos Targaryen, o dom da liderança. Apesar de inexperiente, ela aprende rápido com os erros.
Dany Feliz 
Dany triste


 Oi gente, olha quem retornou! Eu e o REK Indica estamos de volta, e dessa vez não estamos só. Diretamente da equipe do REK no facebook, eu trouxe comigo Eduardo: (palmas para ele, gente, palmas, mais palmas! ISSO!).

Hey leitores do REK, como perceberam, hoje vamos fazer uma Indicação de um modo diferente, sim, estamos escrevendo em conjunto. Vamos falar sobre a nossa nova
Tyrion Lannister, apelidado de Duende, um anão, seu pai é Tywin Lannister, Senhor de Rochedo Casterly, Protetor do oeste, sua mãe, Senhora Joanna, morta em seu parto. Seus irmãos são Sor Jaime, apelidado de Regicida, herdeiro de rochedo Casterly, sua irmã, Cersei, Esposa do Rei Robert I Baratheon, gêmea de Jaime.

Tyrion vem de umas das famílias mais ricas e ambiciosas de Westeros, os Lannisters. O mais novo dos 3 filhos do Senhor de Rochedo Casterly, Tywin Lannister. Com uma forte influência na coroa, sua família tem papeis importantes dentro do castelo, de Porto Real. 

 Desde de criança Tyrion sofre com o seu tamanho, menosprezado pelo seu pai e irmãos. Quando jovem o Duende conhece uma bela moça, a primeira que ele leva para cama. Os dois se amavam, tinham planos para se casar. Mas descobre que era tudo uma armação de seu irmão Jaime, a moça que um dia sonhara em desposar era uma prostituta, paga para tirar sua virgindade.


Apesar de ser baixinho, tem uma personalidade forte, corajoso, enfrenta desafios,  luta em batalhas. Ignora os olhares tortos, os comentários e os apelidos de "aleijado" e "aberração".

 Pode ser pequeno, mas é um grande homem.


Ei pessoas! Hoje aqui no REK, vamos começar uma nova sessão de posts. Dessa vez feitos pelo Renan, que toma conta principalmente do Twitter do REK. Ele irá apresentar semanalmente a biografia  de um personagem de séries, filmes, ou livros! Recebam ele bem viu? E eu fico por aqui.

-helena

E aí, galera? A Helena já apresentou tudo então vamos direto ao nosso primeiro personagem:
Familia Stark

Arya Stark, filha mais nova de Eddard Stark, Senhor de Winterfell, protetor do norte.
Sua mãe, Senhora Catelyn, da Casa Tully. 
Seus irmãos: Robb, herdeiro de Winterfell, Sansa, sua irmã mais velha, Brandon ou Bran seu irmão de 7 e Rickon de 3 anos, seu irmão bastardo Jon Snow de 14 anos.
E sua loba Nymeria. 


Quando seu pai Eddard Stark aceita o pedido do Rei Robbert, para ser a mão do rei, Arya embarca em uma viajem para Porto Real, ao sul, com seu pai e sua irmã Sansa.
Nessa jornada Arya enfrenta a dor de ter que afugentar sua loba, sua melhor amiga, por mando de seu pai.
Em Porto Real, ela e sua família enfrentam grandes perigos... 
Arya e seu pai, Ned.
Mas vamos ao recheio dessa matéria: apesar de ser bem nascida, ter o sangue dos Reis do Inverno, ela gosta de quebrar as etiquetas, prefere treinar com o arco e flecha, dançar o ritmo das espadas, do que ficar bordando com sua irmã e sua Septã.

Tem uma personalidade forte, que faz ela parecer uma "cavaleira", destemida e corajosa. Entre seus 5 irmãos ela se identifica mais com o bastardo, Jon Snow, seu melhor amigo em Winterfell. Quando Arya parte para o sul, Jon lhe da um presente, uma espada, sua primeira, chamada de Agulha. Mas a perde em uma confusão em Porto Real. 


Bom essa foi Arya Stark. É a primeira dentre varias biografias que irei postar sobre os habitantes de Westeros. 
Vamos manter essa Coluna em 2015 minha gente! Vamos animar isso aqui! E para começar o ano bem, eu trago palavras de Veronica Roth, a autora da trilogia Divergente. Vamos falar sobre o fim dessa trilogia, para ser mais especifica.

Não preciso avisar que há spoilers aqui, né?

Bem, o pronunciado é antigo sim, lá de 2013, mas achei muito válido trazer para cá. Não com o intuito de mudar opiniões, nem nada disso. Assim como a autora já diz, você pode continuar, odiando, amando, enfim... trouxe apenas, para mostrar uma outra visão do final da trilogia, que arrancou lágrimas de muitos e gerou revoltas.


A autora postou o seguinte texto em seu blog, (caso você esteja com preguiça de enfrentar tantos parágrafos, eu destaquei em negrito, as partes mais importantes em relação ao final do livro e a perspectiva da autora quanto a isso).

"No meu programa de escrita e criação na faculdade, nós tínhamos uma regra: durante o workshop, quando a sua história está sendo criticada, você não tem a permissão de falar nada. Isso é para dar aos seus companheiros a liberdade de interpretar o seu trabalho e apontar as falhas sem que você as aponte; e é também porque a sua defensa na verdade não significa nada, mesmo que você acha que signifique. Se suas explicações e intenções não são claras para os leitores, são borradas dentro do texto, isso não é culpa do leitor, é culpa do autor.


Respondendo aos comentários dos leitores sobre os livros de Divergente sempre pareceu do mesmo jeito para mim, como se fosse eu gritando com outras pessoas enquanto eu deveria deixar que falassem livremente, e tão ruim quanto algumas críticas machuquem (e machucam, porque eu sou só uma humana), eu nunca nunca quis isso.

Então, isso não é o que eu estou tentando fazer aqui. Muitas pessoas tem me perguntado porque a Tris morre no final de Convergente, e o que eu quero fazer aqui é responder aquela questão tão bem quanto eu posso. Mas se vocês estão preocupados que minha voz se sobressaia sobre a sua própria, por favor, pare de ler esse post – essa é a última coisa que eu quero. Eu não quero falar para vocês como ler esses livros ou até mesmo falar para vocês que tem um jeito certo de lê-los. Eu só quero oferecer a vocês um insight sobre como eu, pessoalmente, encontrei o caminho para esse final, se vocês estiverem interessados em saber.

Antes de eu começar, eu vou falar algumas coisas:

1. Vocês todos estão permitidos – encorajados! – a continuar sentindo do jeito que vocês se sentem, ou pensando do jeito que vocês pensam, sobre esse final, não importa o que esse post fale. Sim, eu sou a autora, mas esse livro agora é tão de vocês quanto é meu, e nossas vozes são iguais nessa conversa.

2. Só porque eu tentei fazer algo com a minha escrita, não significa necessariamente que eu faça isso bem, então há espaço para dizer “ Ok, eu entendo o que você está dizendo, mas eu não acho que o que você está tentando fazer funciona.”

Eu disse a vocês antes que esse final sempre foi uma parte do plano, mas uma coisa que eu quero deixar claro é que eu não o escolhi para chocar alguém, ou para chatear alguém, ou porque eu sou cruel com os meus personagens –não, não, não. Eu posso ter sido cruel com outros personagens no passado, mas não com ela, nunca com ela. E eu não estava pensando em nenhum leitor quando eu escrevi esse livro; eu estava pensando na história, porque tentar atender as expectativas de tantos leitores seria paralisante. Não tem jeito de agradar a todos, porque livro místico com o final que cada uma das pessoas quer não existe – você quer coisas diferentes, cada um de vocês. A única coisa que eu posso fazer, baseado nesse fato, é escrever um história honesta o máximo que eu puder.

O que aconteceu com os pais de Tris no final de Divergente foi, de alguma forma, o catalisador para o resto dos livros. Antes desse ponto, Tris rejeitou os valores e crenças dos seus pais de um jeito bem tangível quando escolheu a Audácia. Ela batalhou do início ao fim de Divergente para reconciliar duas identidades: a sua identidade da Abnegação, a qual o Quatro mostra a ela, e sua identidade da Audácia. É logo após a sua mãe desistir da sua vida foi que Tris percebeu como àquelas duas identidades se encaixam, combinando altruísmo e bravura e amor pela sua família, e amor pela sua facção tudo junto sob um guarda-chuva: Divergente. É um momento de triunfo seguido por um momento de total devastação, quando Natalie morre para que a Tris possa escapar. E então Andrew morre logo depois.

A morte dos pais da Tris foram momentos reveladores, para Tris e para mim. Para Tris, eles pareceram acordá-la para o poder de se auto sacrificar pelo amor; ela mais tarde entrega a arma para o Quatro em vez de matá-lo, essencialmente dar a vida dela em vez de tirar a dele. Ela disse algo naquele momento sobre o poder do auto sacrifício, mas as suas ações não se aplicam esse poder da melhor maneira – deixar que ela mesma seja morta, naquela hora, foi talvez nobre em uma perspectiva romântica, mas não teria salvado a Audácia de serem zumbis controlados por simulações, e não teria salvado o Tobias da sua própria simulação.

Para mim, a morte dos pais da Tris me fez perceber que apesar dela ter abandonado a facção dos pais, ela nunca foi capaz de separar ela mesma deles, nunca quis fazer; que o verdadeiro desafio da personagem dela, aquele que ela nunca foi capaz de abrir mão, foi descobrir como honrar os pais dela enquanto mantêm sua distinta identidade. Essa foi sua dificuldade em Divergente, de um jeito sutil, mas também foi também a sua dificuldade de uma maneira mais óbvia em Insurgente.

Tris passou Insurgente guerreando com a culpa e aflição por causa da morte de seus pais e das suas ações precipitadas em atirar no Will para salvar sua própria vida (o que é o oposto do que ela fez pelo Tobias, além de mostrar que a Tris ainda não tinha percebido naquele ponto como ser altruísta). Os atos “altruístas” ela pensou estar fazendo em Insurgente – subindo desarmada durante o ataque Audácia-Erudição, espionando a conversa de Max com Jack Kang sem uma arma, e se entregar para o complexo da Erudição quando foi pedido para ela não ir – foram mais auto destrutivos que qualquer coisa. Ela racionalizou aqueles atos auto destrutivos os chamando de altruísmo, mas quando ela estava prestes a ser executada, ela percebeu que os pais dela não deram a vida por ela só para que ela pudesse morrer quando não fosse necessário. Ela percebeu que ela queria viver.

Ela emergiu daquela quase execução com uma nova maturidade: ela apreciou a sua própria vida, ela queria resolver problemas sem recorrer a violência, ela buscou a verdade em vez da destruição. Aquela Tris ainda não havia descoberto o que altruísmo era para ela, mas ela havia descoberto o que não era: auto aniquilação.

Foi assim que a Tris foi no início de Convergente. Ela não estava mais arriscando sua vida sem razão. Ela ainda estava lutando com as sua crenças sobre altruísmo – mas nessa hora, ela estava pensando se o Caleb, quando se voluntariou para ir para um missão sem volta até o laboratório de armas foi motivado pela culpa ou pelo amor. Ela lutou com a decisão de se deixar o Caleb se sacrificar foi ético pelo resto do livro. E, enquanto ela estava lutando com essa decisão, ela também estava lutando com a sua própria identidade; seu constante questionamento sobre o que é altruísmo estava inextricavelmente ligado com o seu senso de ser, como foi nos últimos dois livros. Essa luta finalmente veio a cabeça quando ela e Caleb estavam correndo até o laboratório de armas e ela disse: “Ele é uma parte de mim, sempre será, e eu sou uma parte dele também. Eu não pertenço a Audácia, Abnegação ou até mesmo a Divergente. Eu não pertenço a Bureau ou a experiência ou a fronteira. Eu pertenço as pessoas que eu amo e eles pertencem a mim – eles, e o amor e a lealdade que dou a ele, formam mais a minha identidade que qualquer palavra ou grupo jamais formarão.” (455)

Depois disso, Tris entrou no mesmo papel que seu pais fizeram quando eles morreram por ela. Ela amou e deu sua vida pelo Caleb mesmo depois dele ter traído ela, da mesma maneira que seus pais amaram e deram sua vida por ela depois que ela os deixou pela Audácia.

Mas dessa vez, diferente de Insurgente, o ato não foi auto destruidor. O relacionamento peculiar da Tris com os soros é que ela foi capaz de derrotá-los (como na simulação do medo na Audácia e o soro da verdade na Franqueza) a não ser que em algum momento ela queria que eles funcionassem (como no soro da paz da Amizade). Então, quando ela passou pelo soro da morte fora do laboratório de armas e ele não a matou, aquilo sugestionou que ela não estava buscando sua própria destruição. Ela estava realmente agindo por amor ao Caleb.

No final, ela teve uma conversa com David onde ela disse a ele suas crenças sobre sacrifício, que deveria ser por amor, força e necessidade. Aquela era uma Tris que sabia no que acreditava sobre o altruísmo. Que sabia quem ela era. Que sabia o que ela queria fazer. Em cada livro ela tentou emular o sacrifício dos pais, e em cada livro ela não parecia entender o que aquele sacrifício realmente era, até Convergente, quando ela teve um forte senso de identidade, quando ela teve um entendimento perspicaz sobre o que ela (e seus pais) acreditavam sobre altruísmo, que sua jornada havia acabado.

Eu pensei em buscar com a minha mão de autora e arrancá-la daquela situação horrível. Eu pensei e agonizei sobre isso. Mas para mim, isso pareceu desonesto e emocionalmente manipulável. Esse foi o final e ela o escolheu, e eu senti que ela mereceu um final que era tão poderoso quanto ela era.

Em Insurgente, antes da sua “execução,” ela gritou para nada, “Eu ainda não acabei!”

Em Convergente, ela perguntou a sua mãe, “Eu acabei?”
E sua mãe falou, “Sim. Minha querida criança, você fez tão bem.”

Eu entendo estar chateado pela perda de um personagem que você se importa, e eu estou tão alegre que vocês se importam com ela, porque eu também me importo. Eu estou orgulhosa da maneira como esse final se espelhou naqueles dos outros livros, da maneira como ele se refletiu nas perdas realísticas (dado a configuração distópica e perigosa) dos outros livros, na maneira como mostrou da maneira que a Tris é verdadeiramente feita, e na maneira que concluiu sua duramente merecida transformação. Eu acho que o amor dela pelo irmão é bonito, poderoso.

Eu tenho ouvido uma grande extensão de reações sobre o livro, e eu aceito e respeito todas as reações como válidas. Mas meus sentimentos pessoais sobre o final não mudaram. Eu vou sentir falta dela, aquela voz da Tris na minha cabeça. Mas eu também estou tão, tão orgulhosa da sua força."

Algo bem interessante para mim que sou uma odiadora assídua de spoilers, é que foi esse texto o responsável pelo meu interesse em  ler a trilogia, encantada com a profundidade que a autora descreve, contando que a personagem, aprendeu pelo que vale a pena se sacrificar e doar sua vida. E eu quis conhecer a jornada que transformou a personagem em alguém capaz de sacrificar sua própria vida. Alguém com tamanha força para isso. 


*Tradução da equipe do Divergente Brasil.


Que novembro é o mês mais lindo do ano, isso ninguém pode discordar. Se discordar, sinto em dizer a você, mas você está errado, na verdade eu não sinto. E em novembro, tem o NaNoWrimo!!1!!1
...

Então você não sabe o que é isso? Você viu aquele link ali em baixo na lateral esquerda do blog, mas nem deu atenção, ou deu e ficou na mesma? Bem, eu vou explicar isso para você, agora.


Broods é uma duo indie formada pelos irmãos Caleb e Georgia Nott, que têm como produtor Joel Little, o mesmo produtor da Lorde. Os irmãos que também são da Nova Zelândia, vem conquistando um bom número de fãs depois que lançaram seu single de estréia, " Bridges ", on-line, em outubro de 2013, onde atualmente faz parte de seu segundo álbum “Broods (EP) “ que contém 6 faixas.



Ah, Divergente! HAHAHA Eu achei esse post perdido em um canto obscuro do meu PC. Sim, ele é velho. É da época que eu reli o livro Divergente, antes mesmo, de acabar a trilogia. Mas eu me lembro que foi a primeira vez que começamos com um projeto de blog e que tinha achado super interessante falar sobre coragem, e as definições que o livro apresentava, e outros pensamentos que já tinham me ocorrido.

Bem, eu ainda acho! E é por isso que publiquei ele aqui. Tentei editá-lo e adaptar para ter um contexto agora, mas a maior parte dele, foi escrito há alguns meses, e tentei deixar para poder passar verdadeiramente minhas impressões sobre o assunto. Na época que escrevi eu ainda não tinha acabado a releitura, acho que é um ponto a se explicar.

Came on!

Atenção: Esse não é um post sobre Halloween, apenas não achei uma imagem, ai coloquei essa mesmo!
Hey, como você estão? Espero que bem! Eu estou ótima, tão animada que resolvi fazer essa postagem explicando sobre a Coluna do REK. Não sabem do que eu estou falando? Vem comigo!


Há alguns dias enquanto eu procrastinava pela internet descobri esse vídeo do John Green, onde no final ele fala essa frase que juntamente com uma discussão com a Dana do blog ConversaCult, me fez querer escrever para cá. E no final das contas isso é apenas uma extensão e discussão do vídeo e da conversa, que eu quis compartilhar.

Oi meu nome é Helena, e essa é a coluna do ZNN. Quer descobrir qual a frase que deu inicio a tudo isso de uma certa forma? Clica aí embaixo e vem comigo!



Oi oi gente, não , não sou a Kéfera, mas não ressisti... Esse post vai ser bem mais descontraído do que  os meus outros, tudo para falar do CD Rose ave do You+Me, tá você não conhece, mas vêm comigo que vai conhecer e se apaixonar.